João Paulo da Fontoura

Natural de São Sepé, João Paulo da Fontoura mora em Taquari desde 1980. Aposentado, divide o tempo entre os momentos com a esposa e os três filhos, a internet, as conversas com os amigos, as caminhadas e a leitura – hábito herdado do pai. Leitor assíduo, Fontoura foi desafiado pela família a se aventurar como escritor. “Aceitei o desafio, pois, afinal, tive meus filhos, já tinha plantada uma árvore, só faltava o livro”. O resultado foi a obra Dai Velas aos largos ventos – romance histórico que retrata a saga de casais ilhéus açorianos no Rio Grande do Sul. O livro marcou o início da carreira de escritor e lhe rendeu o convite para escrever n’O Taquaryense.

João Paulo da Fontoura

  A razão de ser eu um escrevinhador

A partir do meu romance e dos trabalhos feitos para divulgação do mesmo, acabei recebendo o prazeroso convite da dona Flávia Saraiva para escrever alguma coisa semanalmente no nosso querido hebdomadário. O que considero mais legal e interessante no nosso O Taquaryense é o fato da ‘chama acesa’. Esta simbólica ‘chama acesa’ é um lembrete, um permanente aviso aos, principalmente, jovens sobre a forma como eram feitos os nossos jornais em épocas tardias, onde não havia impressões offset e, muito menos, internet.

O nosso segundo jornal mais antigo do estado, todo composto linha por linha, à mão humana, partindo de caixas altas e caixas baixas plenas de tipos metálicos de corpos diversos, via o velho, simples e prático ‘componidor’, é a forma mais viva que podemos ter de um museu da comunicação social, da comunicação social impressa, do jornal, a excelência em termos de informação”.

João Paulo da Fontoura

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